Lucia Torres, a empresária que se tornou aluna e professora do método Kaiut

02 out 19

Tendo que conviver com os desconfortos e as dores da vida moderna, ela encontrou no método Kaiut a solução para viver melhor

Lucia Torres nem sempre foi professora de yoga – pelo contrário: conheceu a prática somente perto dos 50 anos. Antes disso, teve uma vida cheia de dores e estresse. Empresária, sempre buscou alívio para seus desconfortos, mas só quando conheceu o método Kaiut realmente encontrou uma solução.

No depoimento abaixo, Lucia conta um pouco sobre como conheceu o método Kaiut e como o método a surpreendeu logo nas primeiras aulas. Confira:  

“Minha história com o yoga começou cerca de 20 anos atrás, por volta dos meus 48 anos – hoje estou com 67. Sou do interior do Estado. Casei, tive três filhos e depois que me divorciei, mudei para Curitiba. Empresária do ramo da moda por muitos anos, busquei o yoga depois de várias tentativas de trabalhar o corpo para aliviar dores lombares, mente agitada, falta de energia e sensação de insatisfação interna. Eu tinha até mesmo dificuldade de ficar sentada no chão.

Em 1997 ou 1998, conheci o Francisco. Já fazia massagens e quiropraxia há vários anos com o pai dele, Antonio Kaiut. Nesta época, em um determinado dia em que estava na sala de espera aguardando mais uma sessão de massagem, Francisco sentou ao meu lado e perguntou como eu estava. Respondi que estava bem, mas buscando diversas alternativas, como meditação e Reiki, na tentativa de aliviar os desconfortos. Porém, sempre dependia das massagens para não ficar com dor constante.

Francisco já tinha seus primeiros grupos de alunos que formavam as turmas regulares de yoga e me convidou para experimentar as aulas dele. Decidi então aceitar o convite e comecei as aulas. 

Uma nova visão

Foi aí o meu primeiro contato com o yoga. Numa das minhas primeiras semanas de aula, me deparei com uma situação que transformou a visão que eu tinha. 

Assim que entrei na sala de aula, vi uma senhora que havia feito uma mastectomia (cirurgia de remoção parcial ou total da mama, geralmente feita em casos de câncer) recentemente e já estava participando da aula normalmente. Aquela cena chamou minha atenção. Jamais imaginei que uma pessoa recém-operada, de uma cirurgia tão complexa e mutiladora, pudesse estar naquele grupo.

Essa senhora foi aluna do Francisco por anos, e aos poucos reabilitou os movimentos perdidos após a cirurgia. A partir dali, eu comecei a ver o trabalho dele como algo fantástico e excepcional. Isso me mostrou como o método é capaz de incluir pessoas que passam por grandes traumas, sejam episódios físicos ou emocionais.

Dar aula para pessoas assim, fazendo todos se sentirem capazes, é um exercício de amor – amor pelo próximo”.