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NAUDÉ

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Naudé

Graduei-me em Direito em 2003 pela PUC-PR. Havia na época o intento para carreira jurídica via concurso público mas não estava certo disso. Em busca da certeza, nos anos seguintes, dediquei-me a Escola da Magistratura (EMAP), Escola do Ministério Público (FEMPAR) e pós-graduei-me em Direito Processual Penal e Ciências Criminais. Tudo concomitante às eventuais atuações como advogado, bem como ao auxílio a amigos e colegas.

Certo dia, há mais de 12 anos, a incômoda ansiedade conduziu-me a dar ouvidos à estimada prima médica, Juliana Simioni, a qual indicara um “Yoga singular”. Bastante surpreso com a eficácia e elegância do método, tornei-me aluno e, em síntese, após alguns anos fui convidado a realizar o curso de formação.

Foram mais de dois longos anos de árduo estudo e muita prática, somado à outros dois anos intensos em estágios e assistências aos professores. Durante todo esse percurso, o altíssimo nível de sofisticação técnica e a surpreendente profundidade do método, consubstanciaram-se em mim (muito além de uma vasta gama de conhecimento acumulado) em uma nova perspectiva em relação ao próprio Yoga: mais inclusiva, eficiente e integrativa.

Assim, minha percepção pessoal, unida aos constantes testemunhos positivos das centenas de alunos da escola ao longo de anos, me fizeram admirar e integrar a cada dia mais todo esse incrível universo do Yoga: de raízes milenares e, ainda assim, revolucionárias.

E eis que em 2015 fui convidado por Francisco Kaiut a vincular-me formalmente como professor junto a sede do Kaiut Yoga; e no ano seguinte, iniciei minha segunda graduação: Psicologia, UFPR. Desde então faço parte de uma encantadora equipe de professores e colaboradores que muito me instigam e orgulham.

O rigorosíssimo nível de exigência e dedicação em meio a um trabalho tão consistente e amado é algo que me encanta diariamente. Sinto-me lisonjeado por fazer parte do Kaiut Yoga School. Jamais imaginara aprender tanto e, sobretudo, ter a sagrada oportunidade de auxiliar tantas pessoas de maneira tão especial.

Por derradeiro, Bertrand Russell, falando de si, melhor fala de mim: “Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governam minha vida: a ânsia de amar, a busca pelo conhecimento e uma insuportável compaixão pelo sofrimento humano…”